A greve na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) não é uma unanimidade. A guerra deflagrada contra o governo, também é intestina. Já podem ser anotados conflitos entre grevistas e pessoas que resolveram pensar e agir de forma diferente, na instituição. Certos incidentes, pelo menos até agora, foram contornados com a supremacia de vozes da tolerância. Porém a tensão está na superfície dos acontecimentos.
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